segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Plantão de Notícias das 11h


1. Sucessão na Casa Civil vira dilema no Planalto


Sai Dilma Rousseff, entram Miriam Belchior e Erenice Guerra. As duas estão de olho no lugar da gerente do governo e mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como o presidente Lula costuma se referir a Dilma. Uma será a chefe da Casa Civil e a outra continuará na função de auxiliar, com grande poder.
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2. País deve conter gastos para crescer, diz chefe do BNDES

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, acha que o governo precisará segurar os gastos de custeio da máquina pública para que o País continue a crescer nos próximos anos. Coutinho ressalva que a opinião, que toca numa das principais críticas ao governo Lula, é estritamente pessoal. Mas entende que a ideia deveria ser discutida como parte de uma nova agenda para o País. Nessa nova agenda, ele sugere ainda a reforma da Previdência Social e, do lado empresarial, maior participação dos bancos privados no financiamento de grandes projetos.
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3. Apreensão em torno das creches

ASecretaria Municipal de Educação de Natal (SME) vai passar a administrar, até o fim do ano, oito das 27 creches administradas pelo Movimento de Integração e Organização Social (Meios), ONG ligada ao governo do estado.

As 19 unidades restantes deverão ser transferidas somente no fim de 2010. A iniciativa é em obediência à Lei nº 11.494/07, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb), que oficializou o ensino infantil e determinou a migração das creches ligadas às instituições assistenciais para as secretarias municipais.
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4. Governo tem R$ 90 bi em licitações até 2010

Somam mais de R$ 90 bilhões as grandes licitações e compras de vulto a serem concluídas pelo governo federal com fornecedores até abril do ano que vem - prazo a partir do qual a Lei de Responsabilidade Fiscal, em razão do final de um mandato, restringe novos acertos de longo prazo com empresas privadas. Entre os contratos a serem assinados nesse período de seis meses (entre hoje e abril), estão o da usina hidrelétrica de Belo Monte, o do trem-bala entre São Paulo e Rio, o do fornecimento de caças, o da ampliação da ferrovia Norte-Sul e a concessão de nova frequência de telefonia celular (a banda H).

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