sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Plantão de Notícias das 10h

Ano termina de maneira brilhante, avalia Sarney

Alvo de denúncias que tumultuaram o Senado ao longo da maior parte do ano, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), avaliou ontem que 2009 termina "brilhantemente" e os parlamentares até conseguiram "tirar proveito" das discussões acerca da crise administrativa. "Começamos um ano no Senado muito tumultuado. Acredito que nós conseguimos, dessas discussões que tivemos, até tirar proveito, porque todo mundo se conscientizou da necessidade de decisão enérgica em todos os casos aqui existentes", disse. Reportagens do Estado revelaram, a partir de junho, a existência de mais de 500 atos secretos na Casa, que serviram para nomear parentes e amigos, além de criar privilégios para servidores e senadores. Familiares e afilhados políticos do próprio Sarney foram beneficiados por essas medidas, que resultaram em inquéritos na Polícia Federal e no Ministério Público.
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O dia D do planeta

Uma reunião de emergência entre chefes de Estado e governo de 25 economias ricas e emergentes foi convocada na noite de ontem para tentar salvar a Convenção das Nações Unidas para Mudanças Climáticas do que parecia ser um retumbante fracasso. A reunião foi costurada pelos presidentes Nicolas Sarkozy, da França, e Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil. Sarkozy propôs, com a adesão de Lula, que, após um jantar oferecido pela rainha Margaret II, os líderes mundiais se reunissem para buscar um consenso. No início da madrugada de hoje, negociadores que participaram da reunião afirmaram que os países estariam muito perto de firmar um documento com força de lei. No encontro, foram discutidos os principais pontos do acordo climático — limite de aumento de temperatura, metas de redução de emissões, financiamento — que, mesmo depois de duas semanas de negociação, permaneciam em aberto antes do início oficial da reunião dos chefes de estado.
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Ciro: 'Fica mais grave ainda a necessidade da minha candidatura'

O deputado e ex-ministro Ciro Gomes (PSB) disse ontem que sua candidatura à Presidência tornou-se mais que necessária com a decisão do governador Aécio Neves (PSDBMG) de retirar seu nome da disputa presidencial. Há um mês, Ciro sinalizou que poderia desistir de se candidatar caso Aécio fosse o escolhido do PSDB. Ciro lamentou o fato de o PSDB ter optado pelo que classificou de “passado”, em referência à consolidação da candidatura do governador de São Paulo, José Serra. Avaliou que Aécio percebera que a cúpula tucana já havia decidido por Serra e disse que a desistência do mineiro é muito ruim para o país.
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Lula: 'Acredito que venceremos'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem estar confiante que sua candidata à sucessão presidencial, a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, vencerá as eleições de 2010. Em entrevista a jornais da Dinamarca e da Noruega, ele minimizou o resultado das pesquisas que mostram Dilma atrás do governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato do PSDB.

Acredito que venceremos as eleições porque temos uma candidata de grande qualidade.

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